Grêmio morreu na praia!

Cada dura derrota no futebol é seguida de uma grande reflexão. Ou pelo menos deveria ser assim. O revés de 4x1 contra o Santos poderia ser evitado se o Grêmio, após tomar de 5x0 do Flamengo no ano passado tivesse compreendido o que vem lhe afastando das grandes conquistas.

 O que ocorreu na Vila Belmiro seria impensável anos atrás: o clube gaúcho sendo dominado fisicamente pelo time da Baixada Santista. Isto só foi possível graças as escolhas do Tricolor na composição de seu elenco.

 

O onze inicial composto por: Vanderlei; Orejuela, Geromel, D. Braz, D. Barbosa; Darllan, M. Henrique, J. Pyerre; L. Fernando, Pepê e D. Souza, quase chega a desconsiderar o fator físico do jogo de futebol, ainda mais com a lesão do lateral colombiano e a entrada de Victor Ferraz.

 

Nas duas eliminações, além da outra para o Athletico na Copa do Brasil de 2019, o Grêmio sucumbiu tanto em lesões quanto no decorrer das partidas. Na medida em que vai chegando no final da temporada, o time comandado por Renato Portaluppi vai se enfraquecendo.

 

Os bravos Jaílson, Ramiro, Michel, Jael e Fernandinho, muito importantes no último grande título do Imortal, foram ao longo das últimas temporadas substituídos por jogadores de mais técnica, alguns veteranos e outros muito jovens.

 

Essa fuga completa do jeito de jogar histórico do clube matou o Grêmio nos momentos decisivos, cabendo assim aos dirigentes e treinador formarem um elenco mesclando esses jovens e veteranos talentosos, com alguns outros jogadores que carreguem a Imortalidade nas veias, para assim voltar com tudo às disputas mais importantes.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

VAR consolida monopólio da arbitragem em relação ao resultado do jogo

Grêmio elimina São Paulo e chega na final da Copa do Brasil. E agora?

Flamengo com Ceni muda de estilo, porém não sai do lugar